COACHING AFETIVO PARA CASADOS

 

Existe um mito que aprendemos desde criança: “…e foram felizes para sempre”. Crescemos ouvindo que princesas encontrarão seus príncipes encantados e juntos serão felizes para sempre. As pessoas se casam todos os dias acreditando que o casamento é a meta final, o objetivo conquistado, e se esquecem de que na verdade o casamento é apenas um ponto de partida. E aqui vai um segredo: o “ser feliz para sempre “ poderá existir, mas exigirá trabalho, dedicação, flexibilidade, bom humor, paciência, concessões, compreensão, superação, cumplicidade, amizade, prudência, respeito, humildade, infinitas combinações de todas estas virtudes para que o objetivo seja alcançado.

Num mundo moderno e rápido como o atual, encontramos diversos motivos para o casamento: constituição de uma família, imposição da sociedade, realização pessoal, desejo de maternidade/paternidade, status, ascensão financeira, entre outros. Raras vezes encontramos pessoas dizendo que o casamento promove crescimento e que é esta a sua motivação para viver uma vida a dois.

Se as pessoas refletissem sobre isso, acredito que os casamentos seriam mais bem sucedidos do que hoje são. O número de casamentos aumenta cada vez mais e o divórcio também! Nunca se casou  e se separou tanto. Muitos são os fatores que contribuem para este índice e crédito à independência financeira das mulheres uma fatia maior deste bolo chamado divórcio.

Justamente porque se separar ficou  em tese, mais fácil e é naturalmente aceito pela nossa sociedade atual, o casamento hoje parte de uma premissa básica: “Se não der certo, é só partir para a separação”. Mas qual de fato é o comprometimento para que o casamento seja bem sucedido, uma vez que a alternativa mais fácil para os conflitos é a separação?

A riqueza do Processo de Coaching Afetivo advém do fato de que ele não é estático, possibilidades se abrem no decorrer deste Processo e quem desejava salvar o casamento pode concluir que a relação chegou ao seu fim, do mesmo modo que quem estava decidido a encerrar a relação, pode concluir que ainda vale a pena mantê-la.

Em qualquer um dos casos, estas questões visam auxiliar na avaliação de seu casamento:

1)- O que este relacionamento representa para mim hoje?

2)- Quais eram minhas aspirações quando me casei? O que eu buscava e o que de fato eu consegui?

3)- Que ganhos este casamento me traz?

4)- Do que me privei para viver esta relação?

5)- Como meu(minha) parceiro(a) contribuiu para meu crescimento?

6)- O quanto eu contribuo para o seu crescimento?

7)- Que pontos admiro no(a) meu(minha) parceiro(a)? Que pontos ele(ela) admira em mim?

8)- Qual de nós mais se sacrificou pela relação? Olhando com um certo distanciamento, posso dizer que nos empenhamos da mesma forma? Que conclusão tiro sobre isto?

9)- Como contribuo atualmente pelo bem do casamento?

10)- Como meu(minha) parceiro(a) contribui atualmente para o bem deste casamento?

11)- Como é a vida que contribuímos juntos? Uma vida que me traz orgulho ou arrependimento?

12)- Qual é o meu maior descontentamento em relação ao meu casamento? O que posso fazer em relação a isto?

Fonte: Coaching Afetiva (Patrícia Barreto de Camargo)

 

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Silmara Regina Carlos – Educadora, Life Coaching ISOR®, Treinamento e desenvolvimento de pessoas. Palestrante abordando os temas: Desenvolvimento Pessoal, Qualidade de Vida e Equilíbrio entre a Vida Pessoal e Profissional. Especialista em Gestão de Pessoas, graduada em Pedagogia, Letras e Coach – Instituto HOLOS – Certificação ICF International Coach Federation.