MÃES EMPREENDEDORAS – LIÇÕES INCRÍVEIS

Mães empreendedoras são os melhores exemplos de que o sucesso profissional depende mais da capacidade e aplicação individuais do que de qualquer outra coisa. Não se trata apenas de discurso motivacional. 

Os números mostram que a maternidade não é um empecilho para os negócios, muito pelo contrário. É o que diz uma pesquisa da Rede Mulher Empreendedora, que revelou que 67% das 200 mulheres entrevistadas empreenderam após a maternidade. O estudo é resultado de uma parceria com as escritoras Patricia Travassos e Ana Claudia Konichi e foi publicado no livro de autoria da dupla. O título é pra lá de sugestivo: “Minha Mãe é Um Negócio”.

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As histórias das 6 mães que contaremos neste artigo são a prova disso. Você verá que ter filhos pode significar um salto de qualidade em suas competências profissionais.

Quer conhecer algumas lições de mães empreendedoras? Continue acompanhando!

1. Sair da zona de conforto

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É bem provável que, em algum momento, você tenha lido ou ouvido a expressão “todo progresso acontece fora da zona de conforto”. Quem disse isso foi o pintor Michael John Bobak, que talvez seja mais conhecido pela frase que popularizou do que pela sua extensa produção artística.

Pois a advogada Carla Brandão é o exemplo vivo da sabedoria que essa frase contém. Tudo começou quando ela retornou ao escritório em que trabalhava após uma licença de três meses depois de dar à luz.

No início, as coisas transcorreram normalmente, já que a empresa permitiu que Carla trabalhasse em regime home office.

No entanto, essa condição não duraria muito. Novamente requisitada para estar presente full time no escritório, a advogada se viu cada vez menos motivada a encarar horas no trânsito para chegar ao trabalho. Afinal, aquelas horas desperdiçadas, segundo a mãe-empreendedora, eram valiosas demais e poderiam estar sendo aproveitadas ao lado de sua filha.

Foi então que, conversando com amigas, Carla teve a ideia de aproveitar seu gosto por plantas e natureza para criar um negócio. Nascia então a “Advogada que Virou Vaso”, que, desde 2016, tornou-se sua principal ocupação.

2. Maternidade não é sinônimo de estagnação na carreira

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A crença de que ser mãe impede a realização de outras atividades pode se tornar um problema para mulheres que se veem divididas entre cuidar dos filhos e levar um negócio adiante.

Felizmente, exemplos não faltam para evidenciar o quanto essa ideia está equivocada. Um deles é a aceleradora de empresas NewMe, fundada por Angela Benton (que também é a CEO) e especializada em orientar empreendedores negros nos Estados Unidos.

Os números não deixam dúvidas sobre o sucesso do negócio: 300 startups beneficiadas e mais de 17 milhões de dólares captados para financiamento. Mas o principal é que Angela conseguiu tamanho sucesso sendo mãe solteira.

De acordo com a empresária, em vez de um empecilho, ser mãe e tocar um negócio ao mesmo tempo é uma vantagem. Isso porque as habilidades desenvolvidas com a maternidade são úteis no competitivo mundo empresarial. Segundo Angela, ser mãe a ajudou a ter criatividade na hora de solucionar múltiplos problemas e até para conduzir negociações. Qualquer semelhança com a rotina de uma mãe não é mera coincidência.

3. Livrar-se de relacionamentos tóxicos

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Dos Estados Unidos vem outro exemplo de mãe, mulher e empreendedora que soube lidar com as mudanças e dar um novo rumo à sua vida. No caso, a mudança não significa propriamente uma ação, mas evitar tudo aquilo que possa representar negatividade, inclusive pessoas.

É o que nos ensina Lisa Stone, que ajudou a fundar a BlogHer, plataforma de mídia voltada para mulheres com audiência que ultrapassa os cem milhões de pageviews: “(…) se você está vivendo ou trabalhando com pessoas tóxicas e que tentam abalar sua confiança, você deve removê-las da sua vida”.

4. Encontrar o próprio ritmo

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Izis Bispo, da Síntese.eco, é também um ótimo exemplo de que maternidade e empreendedorismo podem e devem caminhar juntos. Sua marca vende camisetas por e-commerce com uma proposta inspiradora: peças fabricadas a partir de garrafas PET, com estampas criadas por artistas e designers independentes.

Como toda empreendedora e mãe, ela precisou reestruturar sua rotina em função do novo desafio profissional, depois de deixar um emprego quando sua filha tinha 5 anos de idade.

Izis precisou encontrar uma maneira de conciliar a nova empreitada com a criação da sua menina, que um dia a surpreendeu dizendo que, no antigo trabalho, tinha mais atenção da mãe.

A solução encontrada pela empresária foi incluir a pequena nas suas atividades — inclusive as de caráter beneficente, já que a Síntese.eco doa uma camisa para cada peça vendida.

5. Diga adeus ao sentimento de culpa

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Ninguém pode culpar uma mãe que quer o melhor para si e para seus filhos. Todos erramos e acertamos ao longo de um processo que implica em mudanças. A diferença está em focar a atenção no que dá certo e procurar extrair dos erros lições para o futuro.

Foi assim que Natalie Angelino, ex-executiva de empresas como Getty Images, deixou para trás o obstáculo que a culpa representava, dando novo significado às suas atividades empresariais.

Assim como Izis Bispo, Natalie inclui os filhos nas rotinas das duas empresas que administra — isso mesmo, duas — a Swopboard.com e a Swink Style Bar. “Eles estão aproveitando para aprender como uma startup funciona, testando nosso aplicativo e conhecendo o escritório, o que sei que os beneficiará em longo prazo”, conta a supermãe.

6. Nunca é tarde para recomeçar

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Até agora, você deve ter imaginado o perfil de uma mamãe de negócios como uma mulher mais jovem, com filhos pequenos e, portanto, no início de ambas as trajetórias. Mas e quando a mãe em questão já tem quase 50 anos e dois filhos adolescentes, um deles prestes a entrar na faculdade?

A fundadora da AC cozy-wear, Angela Carvalho, é a prova de que ser mãe e estar na meia-idade ou aposentada não é obstáculo quando existe o firme propósito de levar um sonho adiante.

Sua ideia é, ao mesmo tempo, simples e original: fazer roupas confortáveis, que possam ser usadas por mulheres em casa e também para sair com a mesma naturalidade.

Tudo nasceu de um insight, em parte inspirado pelos anos em que trabalhou no comércio. A partir de então, o que não passava de um hobby tornou-se um lucrativo negócio e um exemplo para quem imagina que ser mãe de filhos na adolescência é empecilho para empreender.

As histórias de Angela, Izis, Natalie e de muitas outras mães empreendedoras são alguns exemplos para que você, mãe, nunca abra mão de seus sonhos e aspirações. Seja sempre a melhor versão de si mesma e veja como tudo sairá perfeito.

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Fonte:/http://oiconexus.oi.com.br/licoes-incriveis-que-maes-empreendedoras-podem-ensinar/

 

   

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Silmara Regina Carlos - Educadora, Life Coaching ISOR®, Treinamento e desenvolvimento de pessoas. Palestrante abordando os temas: Desenvolvimento Pessoal, Qualidade de Vida e Equilíbrio entre a Vida Pessoal e Profissional. Especialista em Gestão de Pessoas, graduada em Pedagogia, Letras e Coach - Instituto HOLOS - Certificação ICF International Coach Federation.