FUTURA PRESCRIÇÃO MÉDICA PARA OS PACIENTES – CONFIRA!

Marcus Penna

A futura prescrição médica para os paciente. Tudo indica que nos próximos anos a mais eficaz prescrição médica do futuro será diferente.

Provavelmente os garranchos dos doutores permanecerão, mas, em vez de sair do consultório com a prescrição de anti-inflamatórios, analgésicos e vasodilatadores, você levará um aconselhamento da atividade física ideal para manter ou recuperar sua saúde.

Medicina

menos remédio e mais exercícios

Não estamos falando da típica e abstrata orientação “você precisa fazer exercícios físicos”, e sim de uma direção clara da melhor forma de se movimentar para prevenir e tratar condições médicas já diagnosticadas ou para as quais tenha predisposição.

Algo como a indicação de caminhada + ioga, ou corrida de longa distância + crossfit, por exemplo.

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Pelo menos é nisso que apostam o U.S. National Institutes of Health e outros médicos e cientistas dedicados a descobrir exatamente como a atividade física age no corpo humano.

Você já pode se beneficiar de algumas dessas descobertas, enquanto espera o momento em que vai trocar pílulas pelos treinos.

 Estudos em animais e pessoas têm mostrado que a atividade física é capaz de reduzir as perdas de massa branca e cinzenta do cérebro relacionadas à idade e aumentar a neurogênese adulta, que é a criação de novas células em um cérebro já maduro.

O que as novas pesquisas desvendaram é que a corrida de longa distância é a ideal para essa finalidade – o que a torna adequada para pacientes com potencial para o mal de Alzheimer ou em níveis iniciais da doença.

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Em estudos com animais, a corrida longa demonstrou duplicar e até triplicar o número de novos neurônios que aparecem no hipocampo, uma área-chave do cérebro para a aprendizagem e a memória, em comparação ao cérebro dos animais que permaneceram sedentários.

Os cientistas acreditam que o exercício tem impactos semelhantes sobre o hipocampo humano. Quanto maior a distância, maior o número de novos neurônios.

Exercícios

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Disfunção erétil 
Caminhada e ioga
Apenas 30 minutos de caminhada por dia são capazes de reduzir em 41% o risco de disfunção erétil. É o que aponta um estudo da Universidade Harvard. Outra pesquisa, essa conduzida por britânicos, atestou que um assoalho pélvico forte aumenta a rigidez durante a ereção e ajuda a manter o sangue no pênis, pressionando uma veia-chave da região. Exercícios para o asoalho pélvico são comuns na prática da ioga.

 

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Artrose no joelho 
Caminhada e musculação
O tratamento conservador para a artrose é baseado em quatro pilares: alongamento, fortalecimento, controle motor (equilíbrio) e perda de peso. “Muitos pacientes com artrose dos joelhos, quadris e lombar mantêm a doença controlada através de exercícios. A hidroginástica é muito utilizada pelo baixo impacto, porém diversos estudos mostram que caminhadas diárias também trazem benefícios, pois melhoram a lubrificação e a nutrição das cartilagens”, explica o ortopedista Sérgio Maurício. Atividades como pilates, ioga e musculação contribuem muito para o ganho de força e controle motor.

 

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Dores na coluna e hérnia de disco
Natação e pilates ou treinamento funcional
“Muitos pacientes portadores de degenerações na coluna ou hérnias de disco são completamente assintomáticos”, diz o ortopedista Sérgio Maurício. Em 2015, foi publicado na Revista Americana de Neurorradiologia estudo em que pacientes sem nenhum tipo de dor foram submetidos à ressonância magnética da coluna. Mais de 40% dos indivíduos acima dos 30 anos tinham algum grau de degeneração discal e, entre aqueles acima de 50 anos, 45% possuíam hérnia discal. Para evitar e tratar o mal, invista em perda de peso através de atividades aeróbicas e fortalecimento muscular, principalmente  com ênfase no abdome e na região lombar.

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Câncer 
Musculação, pilates e caminhada intervalada
“Quem está em tratamento contra um câncer sofre perda de peso intensa, além de fadiga e falta de força”, explica Bruno Gion de Andrade Cerazi, educador físico do Hospital Israelita Albert Einstein. Com liberação médica, o exercício de força pode prevenir a perda muscular acentuada e melhorar a sensação de fadiga. A musculação bem dosada, ioga, pilates e caminhada intervalada com trote mantêm a disposição.

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Labirintite e outras desordens do equilíbrio 

Tai chi chuan e ioga
Apesar da vontade incontrolável de permacer imóvel, a melhor forma de encarar esses distúrbios é colocar a estabilidade à prova. Dois estudos avaliaram o equilíbiro, um em idosos submetidos a algumas semanas de tai chi chuan e outro em atletas após dez semanas de prática de ioga. O resultado provou que as modalidades aumentam potencialmente o equilíbrio.

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Parkinson, diabetes, doenças pulmonares e cardíacas 
Treinamento intervalado de alta intensidade– HIIT
Diferentemente do que se acreditava até agora, portadores desses males não estarão eternamente presos a atividades físicas monótonas. Estudos sugerem que o HIIT não só é seguro para a maioria dos doentes, mas mais eficaz em prevenir ou reverter os déficits associados a muitas doenças crônicas do que as atividades aeróbicas de baixo impacto. Os pesquisadores descobriram que levar o corpo próximo ao limite por períodos muito breves, intercalados com períodos de descanso, traz mais benefícios para a melhoria cardiovascular, respiratória, metabólica e das funções mecânicas.

DAQUI PARA FRENTE

O que os cientistas farão para tornar a atividade física seu melhor remédio?
O U.S. National Institutes of Health (NIH) vai lançar em 2017 um estudo de US$ 170 milhões, com mais de 3 mil participantes, sobre a ação da atividade física no corpo humano. Os voluntários, das mais variadas idades, serão sedentários e começarão um programa de exercícios supervisionado. Eles farão doações de sangue, gordura e músculos antes e depois das atividades. Os cientistas vão analisar essas amostras em busca de pistas de como a atividade física modifica cada molécula do corpo.

Paralelamente, serão analisadas amostras de tecidos do cérebro e pulmão de animais que passarão pelo mesmo programa de exercícios, já que a extração desse material em humanos é muito arriscada. Um estudo com essas dimensões e rigor nunca foi realizado. Os pesquisadores do NIH esperam que os dados convençam os médicos a tratar a atividade física como “o remédio milagroso” que eles acreditam ser. Como álibi, eles usam a constatação de que quem cumpre a recomendação de prática de atividade física da OMS pode ter sua expectativa de vida aumentada em até quatro anos.

Créditos: http://www.g1.globo.com

 

   

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silmara
Silmara Regina Carlos - Educadora, Life Coaching ISOR®, Treinamento e desenvolvimento de pessoas. Palestrante abordando os temas: Desenvolvimento Pessoal, Qualidade de Vida e Equilíbrio entre a Vida Pessoal e Profissional. Especialista em Gestão de Pessoas, graduada em Pedagogia, Letras e Coach - Instituto HOLOS - Certificação ICF International Coach Federation.